Muitos prontamente o qualificam como “o novo caso Neira”: a corajosa ação de uma polícia nacional, que, apesar de estar fora de serviço, plantou diante de um cidadão sobre o que tinha a suspeita de que ele estava abusando de teu parceiro. O personagem desta nobre atuação alega a ABC, que era o seu dever como agente, mas, antes de tudo, como cidadão”. E não se arrepende. Apesar que leva quase 3 semanas de baixa na terrível surra que deu o provável nação.
no dia vinte e três de dezembro. Um oficial do Corpo Nacional de Polícia, o que nós identificaremos como Jaime, encontrava-se uns dias de férias em Madrid. Tem 34 anos e um de cinco anos como policial. Está adscrito à delegacia do bairro Centro de Valência, em Segurança pública.
Se alojava no hotel Ibis em são paulo, no número 3 da Travessia de Móstoles.Lia o jornal tranquilamente. Eram as 11.Quarenta e cinco horas da manhã. “De repente, ouvi uns gritos de mulher. “. Abriu a porta do elevador e vi uma moça no chão, acompanhada de um homem. Estava em ruínas. Chorava e exclamava: “o
eu Não quero dirigir-se com ele! “”, conta Jaime. “Eu chamai meu irmão! A polícia chegou até o casal, pra enxergar o que acontecia. “O homem atuava como tentar enxugar o volume, ele alegou que não era nada; mas a collía da mão —narra—. Ela falou que queria deslocar-se com teu irmão, mas ele insistia em tirá-la do meio, levá-la de lá”. O suspeito, Pedro G. G., espanhol de 32 anos e domiciliado nas Ilhas Baleares, insistia: “¡
< / p>“, durante o tempo que a empurrava. Vinte e oito anos. No meio da briga, Javier identificou-se perante o homem como agente policial e contou-lhe a placa. “Mas o detido, com atuação chulesca, ignorou e colocou a mulher no banco da frente do veículo, um Mercedes, acrescentaram as fontes do caso. Uma vez dentro, os noivos fugiram em teu veículo específico.