O perfil de Jaime Sánchez-Laulhé não pode ser mais completo. É engenheiro de computação e assim como de telecomunicações. Além do mais, cursou um MBA na Universidade de Chicago. Já trabalhou em Paris, Hong Kong e Nova York. E só com 32 anos. Mas tinha um sonho pendente, o de empreender.
Como consultor estratégico em projetos de observação de fatos avançada pela McKinsey & Company detectou o nicho de mercado que precisava para montar a sua própria organização. Há somente 6 meses fundou Geoblink, que nesse espaço de tempo neste instante foi levantado 175.000 euros de investidores, entre eles, do empresário espanhol José Berenguer, fundador da Pixable e Contactive.
Geoblink une a observação de detalhes com o comércio físico. No decorrer da sua experiência de trabalho, Sánchez-Laulhé detectou que as empresas do ‘retail’ tinham um problema pela hora de otimizar sua rede de lojas e desenhar a sua estratégia de expansão. E, o fantástico de tudo, viu-se que a solução pra essa deficiência poderia materializar-se em um item escalável.
É que “80% dos executivos de ‘retail’ toma as suas decisões estratégicas com apoio em sua intuição e experiência prévia”, segundo um relatório da PricewaterhouseCoopers. A falta de dado empírica acaba produzindo “erros e discussões”, diz o empreendedor. “Não usam nem software nem sequer evidências, todavia prontamente, com o novo paradigma de fatos, é o momento de apresentá-los”, afirma. Geoblink quer cobrir essa indispensabilidade cruzando 3 sistemas: o Big Data, algoritmos “muito avançados” de estatística (alguns construídos por eles mesmos) e o ‘machine learning’ (inteligência artificial).
A chave de tudo é que funcione de forma automatizada. Sua tecnologia extrai automaticamente os dados mais essenciais pra tomada de decisões do ‘retail’ a começar por diferentes referências. Assim obtém dados demográficos, o tráfego da zona pedonal e rodoviário), a climatologia, a concorrência ou as opiniões nas mídias sociais. E tudo “muito geolocalizado”. Depois, este discernimento se integra em uma solução ‘end-to-end’ com teu consumidor”, sem necessidade de tradutores intermediários”.
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Com esses observação de fatos abrangentes, a jovem empresa busca oferecer uma solução objetiva para a tomada de decisões em 2 estilos. O primeiro, pra otimização da rede de lojas da organização de ‘retail’. Neste caso, a título de exemplo, extrai informações de fatores como o perfil de seus freguêses, a saturação da região onde se acha o estabelecimento ou como ele afeta a concorrência.
Em suma, fornece a informação necessária para resolver a respeito do encerramento ou não de uma loja. O segundo centra-se pela estratégia de expansão. Aqui se procede com a mesma metodologia, com o encerramento de determinar a mais recomendada localização para abrir um novo lugar.
Sánchez-Laulhé agora se reuniu com os diretores de grandes organizações do ‘retail’, tanto de supermercados, como moda, graças à sua rede de contatos prévia. “Gostaram da ideia”, confessa. Efetivamente, segundo o empreendedor, uma quinzena de corporações está à espera que saia pro mercado a primeira versão do artefato pra testá-lo.