O Engenheiro Têxtil Com A ‘ideia Louca’ De Encerrar Com O Câncer Infantil

Cebiotex é um projeto que nasceu da inevitabilidade de salvar vidas de criancinhas com câncer. Uma simbiose insólita entre o desejo popular, a disposição pessoal e a viabilidade empresarial que tem probabilidade de tornar-se uma das ferramentas mais úteis na disputa contra o câncer infantil. Seu precursor, Joan Bertran, um engenheiro têxtil, conseguiu unir a ciência clínica do Hospital Sant Joan de Déu e a tecnologia da Universitat Politècnica de Catalunya pra criar um tecido que elimina as células tumorosas. Desde a sua especialização pela fabricação de tecidos técnicos, Bertran inventou uma acessível ideia que foi muito bem recebida pela comunidade médica. “Pôr a ferida com gaze impregnada de quimioterapia” que libere substâncias químicas durante alguns dias e “depois é biodegradada”.

O primeiro propósito era que “o tumor não avanzase”. Durante meses, ele sondou o mercado aperfeiçoando e procurando novos instrumentos, como as nanofibras absorventes. Entrou em contato com Jaime Mora, diretor científico da onco-hematologia do Hospital Sant Joan de Déu. O mesmo que havia tratado a Sara.

“Me apoiou e abriu as portas do departamento de investigação e inovação”. Pra produzir o primeiro protótipo acudiu José Antonio Torneiro, UPC, e “depois de mil anedotas” começaram os primeiros ensaios. Daquela primeira data já se passaram oito anos. As primeiras provas serão realizadas no hospital infantil com um protótipo que permitiu fazer testes em células tumorais “, que morreram quando se lhes aplicava a membrana”.

Pela segunda fase, o provaram com cobaias em um estabulario e demonstrou-se que o tratamento era muito competente e que “uma idéia louca podia funcionar”. Chegado naquele ponto, conta Bertran “era preciso patentear pois que, do contrário, não poderia sair para o mercado”.

Pra esta finalidade, puxou de seus conhecimentos empresariais para salvar o obstáculo econômico. “Se investe muito em pesquisa, todavia não há corporações que traccionen do hospital para fora”, raciocina o Arenys. As grandes companhias farmacêuticas não assumem o risco de comercializar a ciência básica dos centros “se você não os tomam no momento em que é desenvolvido em humanos”.

  • Dois terminais, com 56 portas de contato mais trinta e cinco posições remotas
  • Limite Zero, o ato criativo diante da adversidade
  • Podes conceder pé a ameaças ou extorsões
  • Cumbia mexicana
  • Entrada e saída de um recinto
  • Quadro de Arquitetura Integrada da Capgemini Capgemini’s Integrated Architecture Framework
  • sete artesanato pra vender
  • Instituto de tecnologia da organização de Yopal (ITEY)

Inexistência de financiamento. Cebiotex participou em diversos programas de empreendedorismo, aceleradores, business plan, etc. Vieram à Agência Europeia do Medicamento (EMA) para autorizar o desenvolvimento do fármaco e montar máquinas pré-industrial pra testar o trabalho desempenhado nos laboratórios. A máquina, construída com o apoio desinteressado da multinacional Grífols, “é do tamanho de uma impressora tradicional dá certo perfeitamente e gera nanofibras” só são visíveis por intermédio de um microscópio eletrônico.

Pela primeira instância “precisávamos de 500.000 euros” que surgiram por meio do que se entende como Friends, Families and Fools, investidores privados, amigos e familiares. Mas pra entrar ao mercado “há falta de 1,8 milhões de euros”. “Em abril, já nos saíram os noivos” admite Bertran. Grupos de investidores internacionais que compravam a patente, entretanto que desestabilizaban o espírito altruísta da iniciativa ao derivar a comercialização pra algumas necessidades mais rentáveis.